EU LAVO MINHAS MÃOS

​Esta atitude entrou para historia como sinal de alguém que não quis se comprometer, alguém que preferiu se esquivar, ficar indiferente diante da realidade. O nome dessa pessoa era Pilatos, que mesmo reconhecendo a inocência de Jesus, reconhecendo não haver nele culpa, ainda assim achou que lavar as mãos fosse uma atitude coerente naquela hora. O lavar as mãos só mostrou sua indiferença e frieza diante de um julgamento injusto, onde um inocente foi acusado e condenado sem haver nele culpa.

​Diante de nós sempre aparecerão as situações que exigirá uma tomada de decisão, que colocará em cheque nossa ação proativa que demonstrará a necessidade ou não de um envolvimento de nossa parte. Este envolvimento será sempre resultado de nossa capacidade de não lavarmos as mãos diante das necessidades que nos cercam. O lavar as mãos só revelará nossa frieza e insensibilidade, revelará o quão indiferente podemos ser diante da dor do outro.

​Hoje estamos diante da necessidade de lavarmos nossas mãos varias vezes ao dia visando evitar um contagio por um vírus de poder assustador. Podemos e devemos obedecer as orientações de lavar mãos, usar álcool gel, evitar aglomerações, mas isto não quer dizer que a indiferença também faça parte de nossas atitudes.

​Este é o momento de exercitarmos nossa capacidade de amar, de nos doarmos, de termos atitudes que demonstrem o quão humanos somos, o quanto não nos deixamos aprisionar em nossas próprias necessidade e dores, e assim estendermos as mãos para quem precisa.

​Mantenha suas mãos limpas se envolvendo!!!!


Pastor Edson Campos Igreja Presbiteriana Parque dos Eucaliptos


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